Vírgula não é tempero

Mara Rovida* A pouca experiência os unia, embora ocupassem posições diferentes no cenário universitário. Os mais desatentos poderiam, duvidando de seus papeis distintos, tomá-los como colegas. Talvez por isso ou apesar disso, os encontros recheados de inspiração, inquietações, provocações, pautas e lides culminaram no mútuo afeto. Do diálogo cotidiano da sala de aula, saíram transbordando […] via Vírgula não é tempero — Filosofia Cotidiana do Trânsito Continuar lendo Vírgula não é tempero

Livres? Só quando puderem decidir

Livres? Só quando puderem decidir Mara Rovida*   A fogueira de sutiãs precisa ser mantida acessa. O fogo crepitante ecoa em cada esquina da urbes repleta de histórias, insultos, cantadas deslocadas e mulheres medidas de cima a baixo porque vestiram uma roupa mais justa, mais curta, um decote mais acentuado. O peito arfante é meu, mas é o outro que decide se ele pode ou … Continuar lendo Livres? Só quando puderem decidir

O peso de um olhar

O peso de um olhar Mara Rovida*   Um toque entre almas, uma proximidade percebida à distância, uma conexão no vácuo, uma vibração corpórea sem contato físico concreto. Foi isso que a fez girar o pescoço, em meio a Rodrigues, Machados, Veríssimos e Rosas. Num tiro certo, deu de encontro (ou confronto) com a origem daquele peso sobre si, daquilo que parecia roçar suas costas … Continuar lendo O peso de um olhar